19 de abril de 2013

Verben mit Präpositionalobjekt / Niveaus A1 und A2 - NELE/UFRGS

What?! Verben, die bestimmte Präpositionen verlangen??!!! Spinnst du?!

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Im Online Wörterbuch kann man immer sehr viel vom Thema erfahren:
Das Verb erfahren zum Beispiel!
jd erfährt etwas von jdm/durch jdn

Aber Achtung: Im Online Wörterbuch erfährt  man mehr,  wenn man das Wort schreibt
und  im Bereich Deutsch als Fremdsprache draufklickt. Deutsch als Fremdsprach ist vollständiger als Deutsch-Portugiesisch. 

Und diese Liste unten ist auch sehr, sehr interessant! 
Verben mit Präpositionalobjekt / Niveaus A1 und A2 

abhängen                       Etwas hängt von dir ab.

abraten                          Ich rate dir von deinem Plan ab.
achten                            Ich achte auf den Verkehr. Ich gebe auf meine Sachen Acht.
anfangen                        Ich fange mit der Arbeit, von einer Geschichte an.
anmelden (sich)            Ich melde mich bei der Sekretärin für einen Kurs an.
antworten                      Ich antworte dir auf deine Frage.
ärgern (sich)                  Ich ärgere mich über dich, den Lärm.
aufhören                         Ich höre mit der Arbeit auf.
aufpassen                       Ich passe auf dich, deine Katze auf.
bedanken(sich)             Ich bedanke mich bei meinem Onkel für das Geschenk.
beginnen                        Ich beginne mit dem Vortrag.
beschäftigen (sich)       Ich beschäftige mich mit dem Computer.
beschweren (sich)        Ich beschwere mich beim Ober über die kalte Suppe.
bestehen                        Etwas besteht aus einem teuren Material.
bewerben (sich)            Ich bewerbe mich bei einer Firma um eine Arbeit.
bitten                              Ich bitte dich um Geduld.
danken                            Ich danke dir für deine Hilfe.
denken                            Ich denke an dich, meine Zukunft.
einladen                          Ich lade dich zu diesem Fest ein.
engagieren (sich)          Ich engagiere mich für die Umwelt.
entscheiden (sich)         Ich entscheide mich für eine Methode, gegen die andere Methode.
entschuldigen (sich)      Ich entschuldige mich bei dir für meinen Irrtum.
erinnern (sich)               Ich erinnere dich an dein Versprechen / mich an dich.
erkundigen (sich)          Ich erkundige mich bei der Verkäuferin nach dem Preis.
fliehen                             Die Leute fliehen vor dem Sturm.
fragen                             Ich frage dich nach dem Weg.
freuen (sich)                  Ich freue mich über ein Geschenk, auf den Urlaub.
fürchten (sich)               Ich fürchte mich vor dir, dem Hund.
garantieren                    Ich garantiere dir für eine pünktliche Lieferung.
gehören                          Etwas gehört zu einer Maschine. Ich gehöre zu dieser Gruppe.
gewöhnen (sich)            Ich gewöhne mich an das Klima.
gratulieren                     Ich gratuliere dir zum Geburtstag.
helfen                              Ich helfe dir bei der Arbeit, mit der Arbeit.
informieren                    Ich informiere dich über den neuen Termin.
interessieren (sich)       Ich interessiere mich für Politik.
konzentrieren  (sich)     Ich konzentriere mich auf das Projekt.
kümmern (sich)             Ich kümmere mich um dich, die Haustiere.
lachen                              Ich lache über den Clown, über den Witz.
nachdenken                    Ich denke über dich, das Problem nach.
passen                             Das Hemd passt nicht zu dieser Hose.
protestieren                    Ich protestiere gegen diesen Plan.
raten                                Ich rate dir zu einer Diät.
rechnen                           Ich rechne auf dich, deine Hilfe, mit deinem Besuch.
riechen                            Etwas riecht nach Benzin.
schämen  (sich)              Ich schäme mich vor dir für meine schlechte Laune.
schmecken                      Etwas schmeckt nach Banane.
schreiben                        Ich schreibe an dich, einem Referat, über dieses Thema.
sorgen                             Ich sorge für die Familie.
sorgen  (sich)                 Ich sorge mich um die Kinder, weil sie noch nicht zu hause sind.
sprechen                         Ich spreche mit dir, über dieses Problem, von einem Ereignis.
sterben                           Ich sterbe an einer Krankheit, für ein Ideal.
streiten (sich)                Ich streite mich mit Paul über Politik, um Geld.
suchen                             Ich suche nach einem Ausweg.
teilnehmen                      Ich nehme an der Konferenz teil.
träumen                          Ich träume von einer Reise um die Welt.
treffen (sich)                   Ich treffe mich heute Abend mit dir.
überreden                        Ich überrede dich zu einer Reise.
unterhalten (sich)            Ich unterhalte mich mit den Leuten, über das Wetter.
verabschieden (sich)       Ich verabschiede mich von meinen Freunden.
verlassen (sich)                Ich verlasse mich auf die Freunde.
vorbereiten (sich)            Ich bereite mich auf / für die Prüfung vor.
warten                               Ich warte auf dich, den Bus.
wundern sich                    Ich wundere mich über die Verspätung. 
                                                                         - Aus http://deutschkurse-passau.de
 Viel Spaß beim Deutschlernen! Ich bin da um Sie zu helfen!

17 de abril de 2013

Conexão Brasil-Alemanha Ruth Barkmeyer tem laços afetivos com os dois países e afirma: “Um não é melhor que o outro”

 
Texto: Pâmela Oliveira da Silva
Imagens: Rodrigo W. Blum

No alto, suspensas entre as árvores do sítio da família Barkmeyer, tremulam pequenas bandeiras coloridas. É uma profusão de azuis, brancos, vermelhos, verdes e amarelos que vai se repetindo, sempre nessa ordem, por toda a extensão dos barbantes. Em cada pedaço de tecido, há uma mensagem manuscrita. Mas não são enfeites, também não estão lá por festividade. “Os dizeres são orações para o mundo”, explica Ruth, moradora do local, “estão ali para serem conduzidos pelo vento, como boas intenções para a humanidade”

Trata-se de tradição budista apropriada especialmente para as bodas de porcelana de Ruth e Hans-Joachim. “Assistimos uma reportagem sobre esse costume na televisão, achamos bonito e decidimos usar a ideia para marcar nossos 20 anos de casamento, comemorados ano passado”, conta a esposa. As mensagens foram escolhidas pelos convidados, e vão de letras de músicas a poesias, em português e alemão.

Alemã, aliás, é a descendência da família. Ruth não nasceu na Alemanha, mas viveu lá e hoje é professora do idioma no Unilínguas. Mora em São Sebastião do Caí, nesse mesmo sítio com bandeiras coloridas e intenções positivas que fazem do lugar um lar doce lar bastante receptivo e acolhedor.

JU – Você é descendente de alemães?
Ruth – Por parte de pai.

JU – Por que ele veio para o Brasil?
Ruth – Veio para trabalhar e acabou ficando. Aqui ele conheceu minha mãe, que é de origem alemã, os dois se casaram e tiveram três filhas. Eu fui a primeira. Hoje, todas nós temos filhos também; a minha é a Katharina. Mas o engraçado é que uma das minhas irmãs é casada com o irmão do meu marido, que também é alemão, ou seja, tudo em família.

JU – Você e seu marido se conheceram aqui ou na Alemanha?

Ruth – Na Alemanha. Eu estive lá várias vezes, e numa dessas ocasiões conheci ele. Aí me mudei para a Alemanha, e depois de um tempo nós viemos para cá, morar em Novo Hamburgo. Na verdade, eu sou de Novo Hamburgo. Da família, a única pessoa que é do Caí mesmo é minha mãe, e, no fim das contas, todos, com exceção da minha irmã mais nova, voltamos às origens dela.


JU – Por que vocês decidiram se mudar de Novo Hamburgo para São Sebastião do Caí?

Ruth – Esta chácara já é do meu pai há muito tempo, mas nunca havíamos pensado em viver nela. Em 2005, a gente percebeu que não tinha mais graça morar em Novo Hamburgo, porque meu marido trabalhava aqui, com multiplicação de plantas em estufas, e eu na Unisinos. Nós só dormíamos lá, então decidimos nos mudar. Construímos a casa no mesmo ano, nossa filha veio estudar numa escola daqui, e hoje ela já está na universidade.

JU – Seu pai, que é alemão, fala português?

Ruth – Sim, mas de um jeito “torto”, com sotaque. Ele trabalhou aqui, em uma fábrica de móveis, e era o “mestre”, então tinha de falar. Só que antigamente muita gente sabia alemão também, agora é que está diferente. Minha sogra não fala português e sente essa diferença quando vem nos visitar.

JU – Quando você foi para a Alemanha pela primeira vez?

Ruth – Fui com meus pais, devia ter uns sete anos. Depois disso, não sei dizer, umas 10 vezes talvez, para fazer cursos ou simplesmente visitar parentes, porque meu pai mora aqui, mas todos os irmãos dele são ou da Suíça ou da Alemanha.

JU – Como eram esses cursos?

Ruth – Eram cursos de aperfeiçoamento de língua e técnicas de aulas. Neles, a gente aprendia sobre métodos, materiais e aspectos da cultura local, tudo para voltar e transmitir esses conhecimentos. E não participava só gente do Brasil, mas do mundo inteiro, então o convívio era muito interessante, assim como a troca de experiências. E estar no país também era muito bom.

JU – Por que você decidiu ser professora?

Ruth - Não fui eu que decidi, decidiram por mim (risos). Queria ser aeromoça – hoje se diz comissária de bordo, mas na época era aeromoça mesmo – ou então secretária bilíngue. Quando estava no terceiro ano do Ensino Médio, havia um grande incentivo da Alemanha para o estudo da língua, e precisava-se de professores. Nessa época, eu já sabia que iria cursar Letras na Unisinos, mas isso não significava que eu tinha de ser professora, até porque pretendia estudar inglês e português para outras coisas. Mesmo assim, trabalhei como tradutora intérprete até que o diretor da fundação me convidou a dar aula. Pensei “por que não?” e aceitei. Imaginava que seria só por um tempo, mas foi o resto da vida – pelo menos acho que vai ser. Gosto muito de fazer o que faço.

JU – Desde quando você trabalha no Unilínguas?

Ruth – Desde o começo, quando ainda era curso de extensão, e não o Unilínguas, propriamente dito.

JU – E como é o ensino do idioma alemão no instituto?
Ruth - A gente sente que o alemão está tendo quase que um renascer. Ele andava meio parado, por baixo, mas agora temos turmas bem boas, bem “gordinhas”. Nós imaginamos que talvez seja porque a Alemanha se mantém relativamente estável na questão do euro, e muita gente quer estudar lá. Apesar de poder usar o inglês para isso, se você mora no país é muito bom que saiba a língua. Não é só aula, também tem a vida, o sair, se divertir. E há, inclusive, empresas no Brasil que incentivam seus funcionários a aprender o idioma.

JU – Quais aspectos culturais você considera fundamentais para o aprendizado de uma nova língua?
Ruth – Nós sempre temos muitas ideias formadas, e é importante lembrar que elas nem sempre se aplicam na realidade. Há um tempo, dizia-se “os alemães, diferente dos brasileiros, não são receptivos, simpáticos”, mas eu digo que já encontrei muito brasileiro que não recebeu bem seus visitantes, e muito alemão que se desdobrou para agradar alguém, quer dizer, tem “gente boa” e “gente menos boa” em tudo quanto é lugar. Por isso é interessante saber desmistificar. Outra coisa que me deixa impressionada é a cultura literária alemã, não só a produção própria do país, mas também literatura traduzida. Por exemplo, eu e meu marido temos muitos livros em alemão e inglês, porque sai mais barato do que comprar em português. E ainda lemos antes dos outros (risos).

JU – Em termos de diferenças entre os dois países, o que mais chama a sua atenção?
Ruth - Certamente a segurança de lá, a questão de não termos os medos que temos aqui, como sair à noite, por exemplo. E na Alemanha é tudo muito bonito, arrumado, limpo. Outra coisa que sempre achei boa é a educação, o estudo. Quando morávamos lá, a escola era gratuita de verdade, quer dizer, os impostos eram muito bem investidos no ensino. Tem ainda algo que pode parecer bobagem: eu não sinto falta do churrasco e do feijão na Alemanha, porque lá também tem coisas maravilhosas e vice-versa. Um não é melhor que o outro.

JU – Do que você sente falta da Alemanha?
Ruth - Falando em comida, tem uma coisa que eu adoro: o pretzel. O pretzel daqui não é a mesma coisa. E tem mais, como o chocolate também, o daqui é muito bom, e o de lá é melhor ainda. Mas sentir falta mesmo, talvez seja das livrarias e bibliotecas. Nós moramos durante um ano numa cidade alemã bem pequena, e a livraria que eles tinham era maior do que muita livraria por aí, então imagina numa cidade maior. É uma coisa muito boa entrar, pegar livros, sentar num sofá e dar uma lida, ver se gosta. Isso agora já tem por aqui também, mas ainda é um sistema muito novo. E lá tem livro para todo tipo de bolso. Acho que o problema brasileiro da falta de leitura é justamente esse, o preço.

11 de abril de 2013

Ein Buch falten

Die Kinder, denen ich Deutsch als Fremdsprache beibringe, können ab heute ein kleines Buch falten. Kannst du es auch machen? Wenn nicht, kannst du es mit dem Video lernen. 
Viel  Spaß!

8 de abril de 2013

Sem fronteiras: A importância de aprender um segundo idioma na busca por um futuro promissor

Texto: Marina M. Corte
Imagens: Rodrigo W. Blum


A esperança de conhecer os Jonas Brothers foi o que levou Daniela Scheuermann Celada, na época com seis anos, a começar o curso de inglês no Unilínguas. Hoje, prestes a completar 15 anos, a estudante enxerga benefícios muito mais práticos em falar uma segunda língua que conversar com uma boy band.

Andreas, irmão de Daniela, também começou a cursar o idioma cedo, aos oito anos. “Na época, não entendíamos muito bem por que era importante, mas fomos crescendo e entendendo”, conta o estudante de 16 anos. “Hoje, usamos o inglês em todo lugar.”




“A gente sempre os incentivou”, afirma Heide Scheuermann Celada, mãe dos estudantes. “Está surtindo efeitos, está dando resultado.” Os resultados se confirmaram em testes de proficiência internacionais. Daniela recebeu o diploma PET (Preliminary English Test) no nível B1 e Andreas tem nível B2 no mesmo teste, além de ter passado também no FCE (First certificate in English). Além deles, outros seis alunos adolescentes do Unilínguas estão com um dos certificados em mãos.

A coordenadora pedagógica e professora do Unilínguas, Ruth Barkmeyer, explica o que é este tipo de teste: “É uma classificação de conhecimento praticamente mundial, uma avaliação que nivela. Assim, empresas e universidades sabem qual é o nível de conhecimento do candidato”.

Heide exemplifica: “É muito fácil um candidato dizer que fez o nível ‘Intermediário 1’, mas o contratante não sabe até onde vai o inglês dessa pessoa. Essa classificação dá uma noção para a empresa, porque pré-define o que cada classificação atribui”.

J.U – Como é o curso de inglês do Unilínguas?
Daniela – Sempre fiz aqui e não penso em mudar. Gosto bastante.
Andreas – Eu estou há quase nove anos no Unilínguas.
Heide – Quando fui atrás de um curso de inglês, pesquisei vários, inclusive o mesmo que eu havia feito. Mas as aulas eram sempre duas vezes por semana, uma hora só. É pouco! Acho que se tu aglomeras mais tempo naquela língua, naquele conteúdo, naquela tarefa, tu consegues agregar mais para ti. E aqui a oferta é essa: a tarde toda. No início eu fiquei receosa, mas a Ruth me explicou que era lúdico. E eles gostaram. No primeiro ano eu trouxe eles até a porta do Unilínguas, mas depois eu deixava eles lá na frente da Unisinos e eles vinham sozinhos. Eram uns toquinhos, mas vinham.

J.U – Aprender outro idioma sempre foi uma prioridade para vocês?
Daniela – Sim. Sempre nossos pais nos colocaram que é muito importante.
Andreas – Eu estou fazendo técnico em mecânica. Depois, na engenharia, tem muitos livros que são em inglês; os melhores, pelo menos. Então, eu vou precisar.

J.U – Em que momentos, além das aulas, vocês costumam ter contato com a língua?
Daniela – No meu cotidiano, sempre procuro entrar bastante em contato com a língua. Nos filmes, por exemplo. E escuto muitas músicas em inglês. Tenho bastante facilidade para entender. Eu quero me formar em Relações Internacionais, então é muito importante falar uma segunda língua. Tenho vontade de cursar outros idiomas também, como o espanhol e o alemão, porque sou apaixonada por línguas. Vai fazer toda a diferença para mim. Eu amo vir para para o Unilínguas.
Andreas – É melhor que ir para a aula (risos). Não acaba se tornando maçante porque tu gostas.
Heide – São pilhas e pilhas de livros em casa. A Daniela devora livros. No início, quando começou a ler o primeiro livro, ela chegou para mim e disse “mãe, tinham umas mil palavras lá dentro que eu não sabia”. Mas tudo ela foi atrás e buscou no dicionário. Assim tu amplias o teu vocabulário de uma forma astronômica. Não só o vocabulário literal, mas as gírias também. Uma vez o pai dela mandou uma mensagem para ela em inglês e ela não estava muito a fim de responder. Aí eu disse “responde, mas responde de outro jeito”. Como ele está acostumado com aquele inglês clássico – porque na empresa não se usam gírias – ele não entendeu quase nada que ela respondeu (risos). Então, foi até cômico isso, e ela dava risada, né?
E o Andreas tem os jogos. Teve épocas que ele andou jogando com pessoas do exterior. Às vezes ele falava, às vezes digitava. Então, tudo isso colabora. São diversos estímulos. Eles tiram as legendas dos filmes. É tudo em inglês.

J.U – Vocês pensam em fazer um intercâmbio?
Daniela – Eu, sim. No início do ano que vem vou para a Europa. Sou encantada pela Inglaterra! Tenho bastante interesse nisso, porque adoro inglês e acho que, no mundo cada vez mais globalizado que a gente vive, é muito importante falar outra língua.
Andreas – Eu também tenho bastante interesse em ir para a Inglaterra ou Irlanda, esses lugares bem legais.
Heide – O intercâmbio é o presente dela de 15 anos. São 30, 40 dias com aulas de inglês pela manhã e passeios para aplicar aquilo que eles aprenderam em atividades sociais à tarde. Ela disse “mãe, eu vou aproveitar muito mais do que ir para a Disney”.

J.U – O objetivo de estar fazendo o curso é mais profissional ou mais pessoal?
Andreas – Os dois. Eu prefiro o inglês ao português. É até mais fácil. Não tem acento! (risos).
Daniela – Eu acho que ter um segundo idioma garante tanto o sucesso profissional quanto o pessoal.

J.U – Vocês se sentiram preparados para a prova?
Andreas – O PET eu achei bem fácil. Eu estava confiante. Pensei “vou fazer e tirar de letra” (risos), porque eu tinha estudado, tinha me preparado. Agora, o FCE eu acabei dando uma relaxada durante o ano, então não estava tão confiante. Mas passei também. Não fui tão bem, mas passei.
Daniela – Eu achei muito fácil! Tanto que em todas as partes da prova eu fui colocada como “excepcional”, menos na parte escrita, porque me excedi no tempo e não consegui terminar de escrever. Eu fiquei assustada, achei que não iria conseguir ir bem, mas no final acabei passando com mérito.

J.U – Como é a rotina de estudos de vocês?
Daniela – Eu não chego a pegar os livros para estudar, ler as coisas, porque tenho muita facilidade, não sinto necessidade. Mas acho que todos os dias eu acabo estudando, porque estou muito em contato com a língua. Eu leio muitos livros em inglês. Se eu tiver a opção de escolher ler em português ou inglês, eu escolho em inglês, porque gosto muito mais e já estou acostumada.
Andreas – Eu não leio tanto (risos).

J.U – Heide, sempre foi uma prioridade sua que eles fizessem o curso?
Heide – Foi. Foi, porque eu acho que é uma realização pessoal e, hoje em dia, a segunda língua é necessária. Qualquer emprego pede uma segunda língua. Então, para eles terem uma colocação profissional melhor, a gente sempre incentivou uma segunda língua. No início, eles não estavam entendendo o porquê, mas depois, com o tempo, eles foram vendo que havia necessidade. O pai deles, Oscar Celada, fala inglês todos os dias também, na empresa que ele trabalha é preciso (Oscar é engenheiro mecânico). Quanto mais tu vais subindo dentro de uma empresa, mais as exigências vão aumentando e a necessidade da segunda língua é ainda maior. Se tu tens uma segunda língua, até uma terceira língua, isso te possibilita uma ascensão bem mais rápida e maior dentro de uma empresa. Em função disso, para que eles tivessem uma qualificação melhor, um grau de instrução melhor, a gente sempre incentivou isso.

J.U – A senhora também fala inglês?
Heide – Eu falo, mas não tão bem quanto eles. Eu fiz todo o curso de inglês, só que não pratiquei mais. Eu me dediquei para cuidar deles e para a minha profissão (advogada), então eu acabei deixando o inglês de lado. Mas agora com eles retomando esta questão toda, a gente acaba voltando, né? É como andar de bicicleta, tu não esquece mais.

Confira os nomes dos outros seis alunos que também receberam os certificados:

Brunno Marzari Caprioli – FCE;
Carlos Henrique Westermann – PET;
Clarel Fernando Ely Júnior – PET;
Eduarda Luckemeyer Banolas – PET;
Maria Eduarda Pontes Tesser – PET;
Rodrigo Scholz – PET. 

 http://www.juonline.com.br/index.php/universidade/08.04.2013/sem-fronteiras/2d94


  
APRENDER ALEMÃO
 
Um TERCEIRO  idioma na busca por um futuro promissor!
                                                                                         Haidi